The fantastic return to the island

Adventure fiction  |  Cristóvão J.Z. Wieliczka
Illustration: Nadime Boueri

Entrevista com o autor:

Com formação eclética, bacharel em direito, administração de empresas e contabilidade, Cristóvão J. Z. Wieliczka, desde a sua infância, possui uma natural curiosidade que o conduziu ao longo da vida a adquirir um vasto e diversificado conhecimento sobre muitos assuntos.
Em decorrência disso e sob uma forte influência de seu avô paterno, que o levou a se apaixonar pelo colecionismo, uma característica marcante o distingue das pessoas comuns: durante grande parte de sua vida dedicou-se a garimpar coisas.
Hoje é possuidor de um acervo pessoal muito interessante, que vai desde cartões postais, livros, selos, moedas, até obras de arte, mas principalmente composto de objetos que trazem em sua essência uma história, geralmente ligada à cultura de um povo ou de uma região.
Está sempre à procura de "algo mais" que satisfaça sua eterna curiosidade e interesse em história, arqueologia, geografia, arte, e muitos outros assuntos ligados à origem das coisas.
Assim foi formando um pequeno, mas rico patrimônio pessoal que, sem esgotar o assunto, cerca-o de inúmeros motivos para continuar suas pesquisas e garimpagens por aí.
Isso o tornou um autodidata, um "cidadão do mundo" e que agora, na maturidade de sua vida, o impulsionou naturalmente para uma outra atividade muito prazerosa: a escrita.
Afinal, com tantos conhecimentos e com coleções tão diversificadas, seria uma pena não repassar às pessoas um pouco das histórias que permeiam e se agregam às suas peças de coleção. Possuidor de uma capacidade imaginativa, essas "conversas pessoais" com suas peças deram origem a esta e outras histórias.
E como um resultado feliz e fortuito de suas andanças atrás de novos conhecimentos, estabeleceu também novas e interessantes amizades.
Uma delas foi a inspiração para este trabalho, aventura-ficção, sobre o moai Hoa Hakananai'a.
Por enquanto é o autor de outros três livros e declarou que agora não pretende parar mais de escrever.
Sorte a nossa, que venham mais histórias!
Nadime Boueri